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⚠️ Este conteúdo é uma tradução automática do original em francês. Algumas expressões podem estar incorretas. Fique à vontade para me avisar se notar algo estranho.

Ontem, Gabriel deveria se submeter a um exame de ressonância magnética do cérebro e da coluna vertebral.

É um exame que foi planejado há muito tempo, já recomendado quando ele ainda estava no hospital e depois confirmado pelo neurologista do lado de fora.

O objetivo é verificar se existem sequelas de seu passado, o que poderia explicar parcialmente seu atraso motor.

Então, fomos fazer o procedimento em um hospital pertencente à rede do nosso plano de saúde.

A ambulância (enviada pelo plano) chegou um pouco atrasada e, inevitavelmente, a tensão já estava aumentando.

O exame estava nos deixando ansiosos, e esse contratempo não estava ajudando.

Então, nós quatro partimos: Geraldine, Manuela, Gabriel e eu.

A ambulância dirige com a sirene ligada para compensar o tempo perdido.

Todos têm um papel a desempenhar:

  • Manuela lida com a papelada e conversa com os médicos,
  • Eu administro o oxigênio e tudo o mais de que Geraldine precisa,
  • e Geraldine mantém Gabriel, sem tocar em nada, para evitar qualquer contaminação.

Quando chegamos ao hospital, a moça da ambulância foi muito gentil e tentou nos dar prioridade.

Mas depois de cerca de trinta minutos, Manuela volta e me diz que não será possível, afinal: o anestesista se recusa a colocar Gabriel para dormir.

Surpreso com o fato de ninguém ter previsto isso antes de chegarmos, fui verificar por mim mesmo, deixando Geraldine sozinha no corredor com Gabriel.

De fato, a anestesista explicou que não queria correr o risco de colocar Gabriel para dormir com gás por mais de uma hora e meia (o tempo necessário para realizar todos os exames).

Segundo ela, Gabriel teria que voltar sem oxigênio (o que é difícil de planejar) ou intubado…

Resultado: pegamos a ambulância e voltamos para casa.

Estresse, fadiga e tudo mais… para nada.

Mais uma vez, uma flagrante falta de organização no plano de saúde.

Embora, para ser justo, eu gostaria de agradecer à anestesista por ter tido a sabedoria de não tentar realizar um procedimento que ela não considerava seguro.

Os outros médicos que trataram Gabriel nos garantiram, no entanto, que esse exame não teria causado problemas em nenhum outro lugar e que em outros hospitais ele é realizado sem dificuldade.

No final, parece simplesmente que esse hospital não tem o equipamento necessário para entubar um bebê em uma emergência… e, portanto, prefere não correr nenhum risco.

O problema é que esse exame é importante para decidir qual tratamento dar ao Gabriel, tendo em vista que todos os pedidos de reavaliação da internação domiciliar, mesmo com os novos laudos médicos, são recusados, e ainda não temos notícias.

Gabriel, por sua vez, continua em seu caminho alegre… e nunca deixa de nos mostrar sua força para a vida!

Os conteúdos publicados neste site são relativos ao testemunho pessoal e à expressão de uma experiência vivida em um determinado momento. Eles não têm como objetivo acusar, julgar ou generalizar situações, pessoas ou estruturas.

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