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09/09

Tradução / Translation / Tradução

⚠️ Este conteúdo é uma tradução automática do original em francês. Algumas expressões podem estar incorretas. Fique à vontade para me avisar se notar algo estranho.

Ontem, falhei em minha missão: não escrevi um artigo.

O motivo?

Tive um colapso nervoso à noite e, no final, não pude ficar no hospital.

Por que isso acontece?

Porque esse hospital está nos deixando loucos!!!

Em 09/08, pagamos por uma consulta com um dos melhores especialistas em doenças infecciosas da região. Um médico idoso que dedica tempo para ouvir e examinar seus pacientes. Ele nos deu uma série de recomendações (testes genéticos, vacinas, etc.), algumas das quais já haviam sido dadas por hospitais franceses. Eu as repassei aqui, mas quase riram de mim…

Ele também confirmou que casos de bronquiolite obliterativa, como o de Gabriel, são comuns em países como o Brasil, porque os hospitais não têm as habilidades necessárias para receber e tratar os pacientes adequadamente…

Saí daquela consulta com a impressão de que quase condenei meu filho por tê-lo nascido no Brasil. E mais ainda por trazê-lo a este hospital. Já estou com raiva de mim mesma por tê-lo deixado pegar bronquiolite nos primeiros meses.

Depois, fui aos arquivos para obter o prontuário médico do Gabriel.
Resultado: você tem que pagar.
E, é claro, é impossível obter uma versão digital (embora tudo seja inserido em um programa de software diariamente).
Pediram-me para pagar 230 reais para imprimir 2.300 páginas.
Muito prático…
Então tive que procurar uma organização para digitalizar tudo novamente.
Lógica implacável? Ou simplesmente um desejo de complicar a vida das famílias? Isso nos faz pensar!

No final da tarde, Manuela me liga para dizer que o serviço que está organizando o plano de atendimento domiciliar de Gabriel (após a hospitalização) parece não conseguir levar em conta todas as recomendações médicas.
Não nos disseram mais nada. Pediram-nos apenas para esperar. Mais uma fonte de tensão.

Naquela noite, quando cheguei ao hospital, Manuela me pediu para levar algumas batas descartáveis para a recepção. Na época, não entendi. Depois fiquei sabendo que a chefe do departamento de enfermagem decidiu nos negar o acesso às batas de proteção, sob o pretexto de que o Gabriel não tem vírus e que temos que devolver a que pegamos emprestada.
Uma lógica absurda, que nega totalmente a importância da prevenção. É inaceitável, especialmente se considerarmos que há mais de um mês estamos pagando por toda a proteção, a ponto de a equipe às vezes vir e se ajudar. E no único dia em que ousamos pedir ao hospital que nos fornecesse alguma, esta foi a resposta que recebemos.
Essa foi a gota d’água!

Felizmente, Manuela me tirou de lá. E passei o resto de meu nervosismo na rua.


E recebi uma mensagem de um amigo francês que mora em Fortaleza: outro hospital da mesma rede em que estamos foi denunciado por um conhecido meio de comunicação local.
A pequena cereja do bolo. Mais uma prova de que essa rede de hospitais opera em um caos total.

Manuela então voltou para Gabriel, que estava com Victoria na noite passada.

Gabriel ficou sozinho com Geraldine o dia todo hoje.

Felizmente, nosso pequeno Gabriel está indo bem!
Ele está estável há dois dias.
Não sabemos se é porque ele está se acostumando com a redução dos sedativos, porque mudamos sua posição de dormir ou porque reduzimos um pouco a VNI?
Não sabemos, mas tanto melhor!

Hoje, passei meu dia defendendo minha família de diferentes maneiras…

E também aprendi que as coisas estão começando a andar na França sem que eu tenha que pedir nada.

Esse caso parece estar ganhando força!

Ao mesmo tempo, nossa casa na Barrinha está sendo alugada por uma pequena família (a amiga da Manuela, seu marido e filho) por 6 meses. Ótima notícia!

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