Gabriel passou a noite ao lado da sua prima Silvania, que o mimou e cuidou muito bem dele.
Durante a noite, o acesso central dele foi trocado de lugar (ainda não sei onde foi colocado).
À primeira vista, tudo parece estável.
Esta manhã, sua vovó que veio da França (novamente em plena forma) veio cuidar dele, enquanto seu vovô Robert improvisa pequenas missões pelos corredores do hospital, com o tradutor na mão, para pegar os resultados dos exames de sangue e da radiografia. 🙂
Mais informações à tarde, depois de falar com o médico.
22h45
A doutora nos disse esta manhã que fariam uma tomografia dos pulmões.
O objetivo é observar em detalhes os danos causados pela infecção.
A espera foi longa… antes de finalmente fazer esse exame. Aí, às 17h, pela primeira vez desde a internação na UTI, ele saiu do quarto na própria cama, acompanhado de uma garrafa de oxigênio, um monitor cardíaco e três pessoas ao seu redor, incluindo uma que o ajudava a respirar manualmente com um balão.
Pode parecer impressionante, mas pense que há duas semanas ele estava tão fraco que sair do quarto nem sequer era uma possibilidade. Então, isso já é uma melhora!
O trajeto correu bem. Ele ficou acordado o tempo todo, observando as pessoas ao redor.
O médico da tomografia me disse: “Seu filho é um Highlander.”
Depois, esperamos várias horas pelos resultados.
Mas as conclusões são difíceis de entender, de tão técnicas que são.
Resumindo: a doutora acabou de nos dizer que ainda há lesões e que ela as analisará amanhã com um especialista para decidir os próximos passos.
Paciência…